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A SEMANA : Primeiro di?rio caboverdiano em linha

Porto Novo: Criança de seis anos violada em Ribeira das Patas 12 Fevereiro 2014

Uma criança de seis anos, do sexo masculino, foi violada na semana passada na localidade de Chã de Morte, Ribeira das Patas, por dois jovens de 14 e 19 anos. O menino está a receber tratamento psicológico por parte da delegação do Instituto Cabo-verdiano da Criança e do Adolescente (ICCA) em Porto Novo. Já os supostos agressores, que não foram apanhados em flagrante delito, aguardam em liberdade o desenrolar do processo que está nas mãos do Ministério Público.

Porto Novo: Criança de seis anos violada em Ribeira das Patas

De acordo com uma fonte do asemanaonline, apesar de ter acontecido há vários dias, só agora o crime chegou ao conhecimento das autoridades, através de uma denúncia anónima.

Dada a sensibilidade do caso, as fontes deste jornal preferem não revelar mais dados, alegando segredo de justiça. O certo é que este caso chocou a pacata localidade de Chã de Morte, gerando revolta no seio dos habitantes.

Na mesma localidade, há relatos dando conta que dois alunos da Escola Secundária António Silva Pinto ( 11º e 12º anos de escolaridade, com 18 e 19 anos respectivamente) trancaram um colega do 8º ano ( 14 anos) numa casa de banho e chicotearam-no.

O conselho de disciplina da escola, em concertação com os pais, decidiu que os agressores amantes do chicote devem limpar os corredores da escola e pedir desculpas, por escrito, tanto à escola quanto ao colega ofendido. E têm até o fim desta semana para o fazer

A directora da escola, Vitória Sabino, conta que sendo esta a primeira vez que os alunos demonstram comportamento tão violento, os próprios pais optaram por não interromper o acesso dos alunos à escola, mas sim, obrigá-los a realizar uma tarefa comunitária na presença dos restantes colegas para que possam mudar de atitude e servir de exemplo aos restantes alunos.

Os agressores são oriundos da localidade de Lajedos enquanto o chicoteado é de Alto Mira. Tratando-se os agressores de cidadãos maior de idade, se não vierem a demonstrar arrependimento pelo acto e mudarem de comportamento, o caso será encaminhado para as autoridades policiais e judiciais do concelho

PN

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