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PR diz que força da CEDEAO na Guiné-Bissau não exclui CPLP no futuro 28 Abril 2012

“A CEDEAO entendeu que deveria criar uma força na África Ocidental mas, esta força, é também inclusiva” e neste sentido engloba vários organismos, entre eles a CPLP, assumiu o Presidente da República de Cabo Verde, referindo-se à intervenção na Guiné-Bissau, caso os militares guineenses não cumpram até domingo as imposições saídas da Cimeira da CEDEAO.

PR diz que força da CEDEAO na Guiné-Bissau não exclui CPLP no futuro

Em conferência de imprensa, regressado de Abidjan, Costa do Marfim, da Cimeira da Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental (CEDEAO), o chefe de Estado cabo-verdiano admitiu que a CPLP, e outras comunidades, poderão vir a integrar a força de intervenção da África Ocidental, embora, para já, isso não aconteça.

"A CEDEAO entendeu que deveria criar uma força na África Ocidental. Mas esta força é também inclusiva, pois é criada em concertação com a União Europeia, União Africana, Nações Unidas e CPLP, bem como até pelos Estados Unidos e França, que fornecerão outro tipo de apoios", admitiu o chefe de Estado que disse que a CPLP “tem tido um papel participativo”.

Para Jorge Carlos Fonseca, subjacente à força da CEDEAO a enviar para a Guiné-Bissau, que deverá englobar cerca de 600 efectivos militares da Nigéria, Burkina Faso, Senegal e Togo, existe "o princípio da subsidiaridade", pois qualquer uma das organizações ou qualquer país poderá solicitar a participação na missão.

"Há questões de pormenor, de força, de ajustamentos. Por exemplo, não está excluída a participação do Brasil nos esforços de intervenção. Mas se me fala de Angola, havendo lá o problema da Missang que já esteve e vai sair, não estará excluída, como país africano ou da CPLP, mas talvez se deva perceber que seria mais fácil estarem tropas de outros países", disse.

Jorge Carlos Fonseca também lembrou que o presidente em exercício do Conselho de Ministros da CPLP e chefe da diplomacia angolana, George Chicoti, se deslocou a Abidjan para participar activamente" na cimeira, e que outros países dos "oito", como Portugal e Brasil, têm feito diligências nas organizações internacionais.

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