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Santo Antão: Operadores turísticos pedem deslocalização da lixeira intermunicipal 10 Março 2017

A situação da lixeira intermunicipal de Santo Antão situada nas imediações da Ribeira Brava, zona fronteiriça entre Paul e Porto Novo, continua a preocupar os operadores turísticos, que insistem na necessidade de as autoridades municipais procederem à sua deslocalização o mais breve possível.

Santo Antão: Operadores turísticos pedem deslocalização da lixeira intermunicipal

Um operador turístico, em representação dos seus companheiros, disse a esse diário digital esta quinta-feira, 9 de Março, que a situação atual da lixeira intermunicipal da ilha, é “vergonhosa” e uma péssima imagem que se passa aos turistas, por não corresponder a realidade de Santo Antão. Por isso, pedem a quem de direito a sua deslocalização para uma zona mais segura do concelho.

“Além do lixo que invade a estrada, há também o problema de poluição provocado pelo fumo resultante da queima do lixo, que afecta sobremaneira, as pessoas que transitam na estrada Janela/Porto Novo. Uma situação que, segundo as autoridades sanitárias, já se tornou um problema de saúde pública”, alega.

Segundo o presidente da Associação dos Municípios da ilha das Montanhas (AMSA), Orlando Delgado, já tinha afirmado, as Câmaras Municipais da Ribeira Grande e do Paul, precisam de 30 mil contos para deslocalizar essa lixeira para uma zona mais segura. O Governo está, igualmente, preocupado com a situação dessa lixeira intermunicipal de Santo Antão.

A Direção Nacional do Ambiente, que deseja encontrar uma solução para essa lixeira "a médio prazo", enviou uma missão à ilha, para se inteirar da situação desse espaço. Essa missão concluiu que a solução deverá passar pela deslocalização dessa lixeira, para um sítio onde a poluição não afecte as pessoas que transitem na estrada Janela/Porto Novo e vice-versa.

Santo Antão recebeu, em 2016, cerca de 20 mil turistas à procura sobretudo do turismo de trekking. Ou seja, o da aventura de se caminhar a pé nas estradas e nos caminhos viciais das montanhas, em busca do contacto com a natureza pura da ilha. Esse número poderá, segundo operadores turísticos regionais, aumentar num futuro próximo.

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